quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Òvnis na Itália que interromperam jogo da Fiorentina

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Em 27 de outubro de 1954, um jogo de futebol entre as reservas da Fiorentina e o Pistoiese foi interrompido por um fenômeno nos céus de Florença que ainda hoje alimenta mitos e histórias no imaginário da Toscania.  O céu estava limpo sob o estádio Artemio Franchi enquanto a Fiorentina vencia os vizinhos do Pistoiese por 6-2 num jogo amigável.
A formação "viola" estava a caminho de se tornar numa das equipas mais vitoriosas no futebol italiano durante a década de cinquenta, mas naquela tarde de outono os protagonistas deixaram de ser os jogadores quando no início da segunda parte (por volta das 14h20) uma série de objetos voadores não identificados sobrevoou o recinto desportivo para espanto geral das cerca de 10 mil pessoas presentes nas bancadas.
O jogo esteve interrompido durante 10 minutos, e no final a história do jogo passou mesmo para segundo plano.

“Eu lembro-me de tudo, do início ao fim.
Todos pararam de jogar para ver aquilo no céu.
Era algo que parecia um ovo a mover-se devagar, devagar.
Todos estavam a olhar para cima enquanto caía do céu uma substância com um brilho prateado. Ficamos espantados, nunca vi nada parecido depois.
Estávamos absolutamente chocados a partir do momento que vimos aquilo", recordou Ardico Magnini, antigo internacional italiano que representou a Fiorentina em mais de 200 jogos.

Já do lado do Pistoiese, o antigo capitão Romolo Tuci acredita que houve efetivamente contacto com extraterrestres nesse dia.

"Eu estava muito curioso e também muito, muito feliz.
Nessa altura falávamos muito sobre alienígenas, sobre óvnis e nós tivemos essa experiência, nós vimo-los, diretamente, de verdade.
Eu realmente acredito que eram seres de outra galáxia.
Estávamos no estádio e vimos.
Foi algo grandioso para se assistir”, recordou o antigo jogador italiano à imprensa italiana.

O caso foi investigado por um Comité de investigação que na altura chegou à conclusão de que os objetivos voadores não eram mais do que aviões militares em exercício.

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Já em relação à substância estranha que surgiu no céu após o avistamento, o fenômeno foi explicado com sendo produto de aranhas migratórias.
À parte de tudo isso, a Fiorentina viria a experimentar um dos seus períodos mais produtivos no futebol italiano nos anos posteriores ao avistamento de óvnis.
Com Fulvio Bernardini, a equipa "viola" conquistaria o "scudetto" na época 1955/56, com 12 pontos de vantagem sobre o Milan, e um incrível registo de invencibilidade em 33 jogos seguidos.
Nos anos seguintes, a Fiorentina foi uma das equipas mais temíveis em Itália tendo conquistado em 1961 a Taça de Itália e a primeira edição da Taça das Taças.

Da equipa "viola" que esteve em campo nesse célebre 27 de outubro de 1954, vários jogadores viriam a inscrever os seus nomes na história da Fiorentina nomeadamente Giuliano Sarti, Giuseppe Chiapella e Enrico Befan.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Discos de 12 mil anos

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Estes objetos em formato de disco ou cd, foram encontrados na China por volta da década de 50, muito se especulou mas o fato e que até hoje eles são desconhecidos .

Alguns pesquisadores afirmam que se tratam de objetos trazidos ou criados por seres extraterrestre.

Eles se parecem com CDs de musica modernos, mais segundo estudos possuem 12 mil anos.

Esses são apenas dois de mais de 715 encontrados na China em uma região chamada de Baiam-Kara-Ula, eles foram sendo encontrados desde os anos de 1950, ao que parece foram usados como parte de algum mecanismo eletrônico desconhecido, eles possuem Hieróglifos impressos, um tipo de escrita totalmente desconhecida na terra, mas após vinte anos de estudos e graças a ajuda de algumas tribos locais da região da China alguns foram decifrados. 


Segundo especialistas as informações contidas nos Cds, dizem respeito a outras civilizações,guerras estrelares, viagem de seres pelo espaço em busca de abrigo, fugindo de uma guerra em seu mundo.

Até hoje  todos os  fatos e mistérios cercam  os CD’s, os mesmos foram recolhidos pelo governo Chinês. E são  mantidos sobre segredo do estado.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Óvni presenciado no Canadá se torna caso de polícia



Avistamentos de óvnis não são mais considerados ocorrências raras. No entanto, os episódios costumam ser testemunhados por um ou outro indivíduo ou, no máximo, pequenos grupos de pessoas em uma localidade. Fenômenos testemunhados por grandes grupos ou cidades inteiras são ocorrências desconhecidas, pelo menos publicamente. 

E por isso, o vídeo gravado por Sarah Chun dos céus de Toronto vem causando grande alvoroço.

Segundo a polícia da cidade, cem outras pessoas contataram a força policial para reportar a mesma ocorrência: um objeto brilhante bem alto no céu, redondo e de intensa luminosidade, pairava sobre a cidade canadense. 

Segundo relato de Sarah ao Huffington Post, o fenômeno durou cerca de 25 minutos e, depois, o objeto desapareceu sem deixar rastros. Apesar dos diversos testemunhos feitos também através das redes sociais, até agora nenhuma autoridade canadense se pronunciou a respeito do caso. 

Por enquanto, o acontecimento daquela noite no céu do Canadá constitui um novo mistério ufológico.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os 7 Níveis de Civilizações

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A Escala de Kardashev é um método proposto pelo astrofísico russo / soviético Nikolai Kardashev para medir o grau de desenvolvimento tecnológico de uma civilização. 

Foi apresentado originalmente em 1964 e utiliza-se de (3) três etapas ou tipos, classificando as civilizações baseado-se:

A- Quantidade de energia coletada, 
B- Utilizada e processada
C- E aumento em escala logarítmica.


As três etapas de Kardashev são:

Tipo I - Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de um planeta, aproximadamente 1016 W. A significação real dessa classificação é muito efêmera; a Terra especificamente tem uma capacidade energética de aproximadamente 1.74×1017 W. 

A definição original de Kardashev era de 4×1012 W. (Kardashev definiu o Tipo I como "um nível tecnológico próximo ao nível alcançado atualmente na Terra", "atualmente" significando 1964). Um planeta tipo I se trataria de uma ecumenópole.

Tipo II - Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma estrela, aproximadamente 3.86×1026 W. A definição original de Kardashev era de 4×1026 W.

Tipo III - Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma galáxia, aproximadamente 1036 W. Esta classificação é muito efêmera, já que as galáxias variam enormemente em tamanho, formato e calor emitido. A definição original de Kardashev era de 4×1037 W.

Todas essas civilizações são puramente hipotéticas até o presente momento. Entretanto, a Escala de Kardashev é utilizada pelos pesquisadores do SETI, autores de ficção científica e futurologistas como uma orientação teórica.

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Foi proposta a atualização da escala que teria 7 níveis de civilizações, seriam elas:


Tipo 0 Civilização 0.72- Uma civilização capaz de aproveitar a energia de seu planeta, mas não em todo o seu potencial. A civilização humana estaria aqui no atual momento.
(Civilização 0.72). De acordo com o pesquisadores necessitaria mais cem anos ate chegarmos a escala do tipo 1.

Tipo I Civilização Planetária- Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de um planeta, energia esta que pode vir de qualquer fonte, seja energia eólica, energia solar, energia cinética, etc. Neste nível a civilização seria capaz até mesmo de aproveitar a energia gerada por vulcões, terremotos, tempestades, furacões e outros fenômenos de grande porte da natureza, tendo capacidade de controlar a temperatura e clima do planeta sem dificuldades.

Tipo II Civilização Estelar- Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma estrela, com capacidade de alterar qualquer coisa dentro do sistema solar, como por exemplo mover planetas de órbitas ou aproveitar toda a energia potencial, além da energia da estrela, dos planetas que a orbitam.

Tipo III Civilização Galáctica - Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma galáxia, com capacidade de alterar qualquer coisa dentro dela, como por exemplo mover sistemas solares de suas órbitas, formar ou destruir estrelas, fundir ou dividir estrelas, usar planetas como blocos de construção para algo maior, aproveitar a energia potencial de supernovas ou hipernovas, formas de aproveitar a energia de buracos negros ou quasares e qualquer coisa a nível de manipulação possível com uma galáxia.

Tipo IV Civilização Universal - Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de um universo, basicamente as capacidades de uma civilização assim são inimagináveis, podendo-se especular alterações no espaço-tempo e controlar totalmente a entropia.

Tipo V Civilização Multiversal- Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de vários universos, partindo do pressuposto que o universo que habitamos é apenas um entre vários outros, como defende algumas teorias de multiverso. É difícil até imaginar as capacidades de uma civilização assim.

Tipo VI Divindade- Seria uma civilização que viveria fora do tempo e do espaço, sendo capaz de criar e destruir universos muito facilmente. Se o tipo V já era difícil de imaginar as possibilidades, a civilização tipo VI é muito mais difícil. Poderia ser colocado aqui o conceito de divindade para esta civilização, que poderia, literalmente, qualquer coisa.

Obs.:Zoltan Galantai, em uma revisão do trabalho de Kardashev, propôs uma extrapolação da Escala para um Tipo IV, uma civilização que aproveitasse até 1046W, ou seja, a energia potencial do universo visível. Tal civilização ultrapassa todos os limites possíveis de especulação científica, e é provavelmente inviável. Galantai argumentou que uma civilização de tal magnitude tecnológica jamais poderia ser detectada por sociedades menos avançadas, pois suas obras seriam indistinguíveis de eventos naturais

Puma Punku; Evidência de laser usadas por civilizações antigas?

Puma Punku; Evidência de ferramentas semelhantes a laser usadas por civilizações antigas?
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Localizado a 45 milhas a oeste de La Paz, na Cordilheira dos Andes, encontram-se as misteriosas ruínas antigas de Puma Punku.

As pedras megalíticas encontradas lá são consideradas entre as maiores do planeta. Alguns pedregulhos medem até 26 pés de comprimento e pesam mais de 100 toneladas cada.

Puma Punku é uma parte complexa do templo de Tiwanaku perto de Tiwanaku, na Bolívia.

Tiwanaku é vital nas lendas incas, uma vez que se acredita ser o site onde o mundo foi criado pelos deuses.

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Puma Punku, por sua vez, significa "The Door of the Puma".

Conforme observado pelo especialista andino, professor de Antropologia da Universidade de Binghamton, WH Isbell, obteve-se uma data de radiocarbono a partir de material orgânico da camada mais baixa e mais antiga de preenchimento de montículo formando o Puma Punku. Este segmento foi depositado durante as primeiras três épocas de construção e data a construção inicial do Puma Punku a 1510 ± 25 BP

Puma Punku é tão incomum na forma como foi construído, moldado e posicionado, que muitos estudiosos consideram que é o sítio antigo mais intrigante do planeta.

Os especialistas da Mainstream acreditam que os blocos encontrados no Puma Punku foram formados à mão com ferramentas de pedra primitivas.

No entanto, alguns pesquisadores apontam para o intrincado stonework como evidência do uso da tecnologia avançada de precisão.

Como as pessoas primitivas, que viviam há milhares de anos, produziram tal trabalho sem falhas, sem acesso a qualquer tipo de tecnologia? Eles usaram bastões e pedras?

Ou, é possível que os antigos construtores de Puma Punku fabricassem as pedras megalíticas com tecnologia avançada?

Talvez com o uso de ferramentas de precisão que poderiam ter facilitado a realização dessas maravilhas de engenharia e construção, exibindo cortes limpos e ângulos precisos.

Se olharmos as pedras no Puma Punku cuidadosamente, você pode ver incríveis pedras intrincadas, quase como se usassem máquinas-ferramentas ou mesmo lasers.

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É incrível.

No Puma Punku você encontrará pedras mistificantes com ângulos retos perfeitos, e algumas rochas em Puma Punku têm pequenos furos que foram uniformemente espaçados ao longo do sulco. Isso levou muitos autores a sugerir que ferramentas elétricas podem ter sido usadas neste bloco de pedra incomum.

Após anos de pesquisa, os arqueólogos concluíram como as pedras maciças foram cortadas em pedreiras a cerca de cem quilômetros de distância e depois rolaram para Puma Punku em troncos, supostamente.

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No entanto, o que os estudiosos parecem esquecer e o que os pesquisadores raramente falam é que o Puma Punku está posicionado a uma altitude de 12.800 pés. Isso significa que o antigo complexo foi construído acima da linha natural da árvore, o que significa que árvores NO cresceram nessa área, o que, por sua vez, significa que nenhuma árvore foi cortada para usar rolos de madeira. Isso nos leva à seguinte questão: o que eles usaram?

Como a humanidade antiga transporta estes blocos de pedra supermassivos para seu destino?

Os estudiosos do mainstream têm muitas perguntas sobre a tecnologia usada por seus construtores, o transporte e a logística, etc.

É difícil acreditar que tudo isso foi realizado sem o uso de ferramentas elétricas e meios de transporte sofisticados.

É precisamente por isso que os antigos teóricos dos astronautas e muitos autores dizem que transportar esses massivos blocos de granito de suas pedreiras e movê-los para Puma Punku exigiria algum tipo de tecnologia avançada, veículos de elevação enormes. Em outras palavras, tecnologias e meios que as civilizações antigas simplesmente não possuíam naquele momento, ou pelo menos é o que pensamos.

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Puma Punku é sem dúvida um desses lugares onde, quando você observa incríveis construções antigas, moldadas com tanta perfeição, sua imaginação se acende. Há tantas possibilidades em um ponto, e explicações arqueológicas convencionais simplesmente não se encaixam na lógica de alguém nesse ponto.

Em 1549, ao buscar a capital do antigo Império Inca, os conquistadores espanhóis liderados por Pedro Cieza de León atravessaram a Bolívia e descobriram as ruínas de um antigo assentamento chamado Tiahuanaco.

Localizados a menos de um quarto de milha a nordeste de Puma Punku, os cientistas acreditam que Tiahuanaco já foi o centro de uma civilização antiga próspera com mais de 40 mil habitantes.

Tiahuanaco é razoavelmente a maior civilização nativa americana que muitas pessoas não ouviram falar.

Foi um dos mais importantes predecessores do antigo Inca e sua história. Eles realizaram o inimaginável na arquitetura, no desenvolvimento político, na agricultura e em muitas outras indústrias artesanais que estavam em um nível muito alto. A maioria dos estudiosos concorda que Tiahuanaco foi misteriosamente abandonado por volta de 1100 DC, assim como outras civilizações antigas como a Maya.

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Na década de 1960, o governo boliviano escavou o Templo Subterrâneo em Tiahuanaco. Dentro das paredes do pátio esquentado ao quadrado estão centenas de cabeças de pedra com uma gama diversificada de características. É uma mistura de diferentes raças.

Acredita-se que retratado dentro das paredes do quadrado afundado pátio são todas as raças da humanidade, até crânios alongados. Além disso, temos pessoas que usam turbantes, pessoas com narizes cheios, pessoas com narizes finos, retratamentos de pessoas com lábios grossos, pessoas com lábios finos e algumas das estátuas são particularmente incomuns, pois não parecem representar a população nativa .

Em outras palavras, e como colocados por muitos pesquisadores que visitaram o antigo site, eles parecem simbolizar todo tipo e forma de cabeças humanas existentes no planeta.

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Dois deles, que são muito intrigantes, são de cor branca, parecem muito com cabeças estrangeiras cinzentas.

Os pesquisadores dizem que uma grande estátua no centro do templo afundado representa o deus criador, conhecido como Viracocha.

No entanto, Viracocha é retratado com características faciais extremamente raras.

Os antigos habitantes e construtores de Tiahuanaco representavam seu deus mais proeminente com características diferentes das suas.

Viracocha é representado com uma barba e um bigode, e isso é muito incomum porque os índios americanos não têm barbas e moustaches.

Um dos artefatos arqueológicos mais importantes já encontrados em Tiahuanaco é o Fuente Magna Bowl.



É uma tigela de cerâmica, e tem cúpula suméria e roteiro hieróglifo proto-sumério escrito nela.


Mas espere um minuto, essas duas civilizações não estavam perto de si.

Na verdade, eles foram separados por mais de 8.000 milhas, e no entanto isso desenha uma conexão direta entre os antigos Sumérios e Tiahuanaco, e Puma Punku.

A idéia da escrita suméria existe em Puma Punku, e Tiahuanaco parece se relacionar com o falecido Zecharia Sitchin e suas idéias de que os sumérios estavam interagindo com esses "seres espaciais" chamados Annunaki.



Curiosamente, nesse caso, os Annunaki estavam em Sumeria, mas também em Puma Punku e Tiahuanaco na América do Sul.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

O Caso Chileno Collahuasi UFO - Análise Fotográfica

O Caso Chileno Collahuasi UFO - Análise Fotográfica Oficial / Relatório (Inglês)

O Caso Collahuasi

Pelo Comitê de Fenómenos Aéreos Anómalos 
julho de 2014 
(Tradução por Scott. C)


Em meados de 2013, várias testemunhas observaram um fenômeno incomum por um par de horas do seu local de trabalho - a Collahuasi Mining Company - a uma altitude de 4300 metros. Tiraram várias fotografias e não desejaram aprofundar o assunto. Com o passar do tempo, duas fotografias foram entregues ao líder do grupo e os encaminhou para o CEFAA, constatando que os participantes eram profissionais nas áreas de eletricidade, eletrônica e controle de fluidos, todos dotados de mentalidades altamente pragmáticas. Eles descreveram o fenômeno como um disco brilhante e achatado com um diâmetro aproximado entre 5 a 10 metros. Ele fez movimentos ascendentes, descendentes e horizontais em segmentos curtos a cerca de 600 metros sobre a superfície. Às vezes, poderia ser claramente visto como um disco, adotando a forma de um balão brilhante, embora a forma mais evidente fosse a de um disco prateado, fixo e estático. As testemunhas ficaram com a impressão de que os movimentos estavam associados a um determinado controle. As condições meteorológicas foram excelentes. A evidência foi analisada por um meteorologista, que descartou a possibilidade de formação de nuvens lenticulares. Um especialista em análise de imagens (cujo estudo completo é fornecido neste site) concluiu que as fotografias correspondem a um objeto que não foi identificado.

Estas são duas imagens tiradas por um Samsung Kenox 5860. De acordo com a história, o objeto permaneceu na área por um par de horas. 

O objeto a ser analisado é marcado por um círculo vermelho (área central). As fotos foram tiradas ao ar livre, de acordo com a testemunha.

Imagem # 1: SDC15253 (1) JPG

Caso Collahuasi - Imagem Nº 2 SDC15254

As fotos foram tiradas ao redor do meio dia, a julgar pelas sombras sendo lançadas.

Um aprimoramento do objeto a ser analisado segue, e vários filtros foram aplicados para destacar detalhes:

Análise da imagem n.  1 SDC15253

Análise da imagem # 1 SDC15253 (2)

Os filtros destacam a consistência e a solidez do objeto.

Imagem no.  1 SDC15253 Melhorado

Esta imagem - depurada e melhorada - nos permite ver um objeto aparentemente sólido refletindo a luz solar.

Imagem no.  1 SDC15253 Melhorado (2)



A reflexão sobre a superfície do objeto dá a impressão de que ele poderia ser auto-gerado mais do que um reflexo da luz solar em virtude de sua intensidade (a área de reflexão aparece completamente escura nas imagens filtradas, indicando que sua temperatura é muito alta).
Em seguida, foi feito um aprimoramento do objeto a ser analisado e vários filtros foram aplicados para destacar detalhes que podem ajudar a explicar o objeto:

Análise da Imagem # 2 SDC15254

Análise da Imagem # 2 SDC15254 (2)

Os vários filtros mostram a existência de 2 áreas claramente definidas, uma forma como um anel circular no perímetro e meia-esfera na área central. 

Ambas as áreas têm tons diferentes. A meia esfera apresenta uma luminosidade extremamente poderosa, sempre aparecendo como "branca" ou "preta" sem passar por outros tons. Em outras palavras, o CCD fica saturado, tomando o valor máximo de branco, o que não acontece com o anel, cujo tom varia quando diferentes filtros são utilizados.

Análise da Imagem # 2 SDC15254 (3)

É até possível ver 4 raios luminosos - muito fracos e difíceis de ver e destacar com filtros - mas eles existem, o que significa que eles têm sua origem em uma fonte de energia muito poderosa que pode ser vista em plena luz do dia. Nenhuma área sólida pode ser vista, possivelmente devido à alta luminosidade emitida pelo objeto. O objeto emite energia luminosa e não reflete o Sol. Além disso, a luminosidade parece originar-se da parte inferior do objeto, que deve estar em "sombra".


Conclusão segundo especialistas

É um objeto ou fenômeno extremamente interessante e, como tal, seria classificado como um OVNI.

Fonte:.theufochronicles